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Multi Guinchos | Mito ou Verdade: o guincho pode levar passageiros junto com o veículo?

Mito ou Verdade: o guincho pode levar passageiros junto com o veículo?

Quando o carro quebra, sofre um acidente leve ou simplesmente não consegue seguir viagem, muita gente pensa automaticamente: “Beleza, o guincho leva o carro e eu vou junto”. Parece lógico, principalmente em situações de estresse, chuva, estrada à noite ou quando não há transporte fácil por perto.


Só que levar passageiros no guincho envolve segurança, regras de trânsito, seguro, responsabilidade civil e até políticas internas da empresa de guincho.


Então, afinal, é mito ou verdade?

É mais correto dizer que não existe uma resposta única válida para todo o Brasil e para qualquer situação. Em muitos casos, o guincho até pode levar passageiros, mas isso depende principalmente do tipo de guincho, da quantidade de assentos com cinto de segurança, das condições de segurança e das regras aplicáveis ao serviço.


A regra prática é simples: se o guincho tem cabine com lugares regularizados e cintos, e o transporte de pessoas acontece de forma segura e dentro da capacidade do veículo, a possibilidade existe. Porém, se a operação envolver risco, improviso ou excesso de ocupantes, a tendência é que não seja permitido e, muitas vezes, o próprio motorista do guincho vai recusar por responsabilidade.


Por que muitas empresas não levam passageiros?

Mesmo quando “daria para levar”, várias empresas preferem não transportar passageiros, ou limitam a apenas uma pessoa. Isso acontece por alguns motivos bem objetivos.

O primeiro é segurança. O guincho está operando com carga, muitas vezes com peso elevado e centro de gravidade diferente do normal. Além disso, a pessoa dentro da cabine pode estar abalada, ferida, sem cinto, com criança, com pets, ou pode interferir na condução. O segundo motivo é responsabilidade. Se ocorrer um acidente no trajeto, a empresa do guincho pode ser responsabilizada pelo passageiro, e isso muda completamente o risco do serviço.


Também entra a questão do seguro. Algumas apólices e assistências 24h cobrem o reboque do veículo, mas não necessariamente cobrem o transporte de pessoas no guincho como “passageiros”. Há casos em que a assistência oferece um benefício separado, como táxi, carro de aplicativo, remoção para casa/hotel, ou transporte alternativo, justamente para evitar colocar pessoas dentro do guincho.


Por fim, existem regras internas. Mesmo que seja possível do ponto de vista técnico, a empresa pode ter política de não transportar terceiros, e o motorista precisa seguir.


O tipo de guincho faz toda a diferença

Aqui está um ponto que muda tudo: nem todo guincho é igual.


Guinchos leves (plataforma) costumam ter cabine semelhante à de caminhonetes ou caminhões leves. Alguns comportam duas ou três pessoas, com cintos. Nesses casos, pode ser mais comum aceitar levar o condutor e, às vezes, um acompanhante.


Já guinchos pesados, operações em rodovia, reboques articulados, ou situações em que o veículo está muito danificado, tombado ou com risco, normalmente tornam a presença de passageiros inadequada. Nessas operações, a prioridade é controle da área, segurança do resgate e tráfego, e geralmente a orientação é que os ocupantes aguardem em local seguro e usem transporte separado.


E quando o veículo tem mais de um ocupante?

Esse é o cenário onde a dúvida vira problema. Mesmo que o motorista do guincho aceite levar alguém, raramente haverá lugar para todo mundo, especialmente se houver família, crianças ou grupo.


Nesses casos, o mais comum é o guincho levar uma pessoa, no máximo, e o restante seguir por outro meio. Em rodovias, pode existir apoio de concessionária, policiamento rodoviário, ou indicação para deslocamento até um ponto seguro, como posto ou base da concessionária. Em assistência 24h, pode haver envio de táxi/aplicativo ou reembolso conforme plano.


Crianças, cadeirinha e pets: atenção redobrada

Se houver crianças, a questão fica ainda mais delicada. Para uma criança viajar, é necessário que exista assento adequado e possibilidade de usar o dispositivo de retenção exigido para a idade e o porte, além do cinto em condições adequadas. Muitos guinchos simplesmente não têm como acomodar isso corretamente, o que aumenta a chance de o transporte ser negado.


Com pets, acontece algo parecido. O ideal é que o animal esteja em caixa de transporte, com segurança, sem atrapalhar o motorista. Se isso não for possível, também é comum o guincho não aceitar.


“Pode” levar passageiros no guincho, mas “deve” ser a melhor escolha?

Quando você ligar para a assistência 24h ou para a empresa de guincho, informe logo a quantidade de pessoas, se há crianças, idosos, pets e se alguém está ferido. Pergunte qual o tipo de guincho que será enviado e se existe disponibilidade para levar alguém na cabine. Se não houver, solicite orientação de transporte alternativo e ponto seguro de espera.


Se você estiver em rodovia, priorize ficar em local protegido, fora da pista, com sinalização adequada e, se possível, atrás de barreiras. A pressa de “ir junto com o carro” não pode ser maior do que a segurança no local.


De resgates a transportes carga e descarga, você pode garantir que a Multi Guinchos estará sempre a disposição para sua assistência, com guinchos 24 horas em Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais, Piraquara e Colombo assim como transporte estadual e interestadual.

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A Multi Guinchos oferece guinchos 24 horas em toda a região de Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais, Piraquara e Colombo, com transporte em território estadual e interestadual para essas regiões.

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